O seu direito termina quando começa o meu e o meu direito termina quando começa o seu!

O modo como as pessoas interpretam a palavra "respeito" nos dias de hoje, torna o espaço social e virtual uma coisa tão insuportável quanto o horário político em dia de domingo. Afinal, perdemos o senso de distinção? Não refletimos mais? 

 
A possibilidade de Roberto Carlos no Rock In Rio existe! Eaí? O que acha?
Há poucas horas, a organização do Rock In Rio 2015 que acontecerá no Brasil afirma que terá Roberto Carlos como uma das atrações principais do evento, ou seja, o Rei da Velha Guarda estará no mesmo palco de artistas e bandas de rock altamente influentes e com um público absolutamente juvenil, como Gun's N Roses, AC/DC, Lady Gaga, Black Eyed Peas, Beyoncé e Justin Timberlake entre outros. Ao mesmo tempo que as bandas e artistas da música jovem brasileira também estarão presentes, como Frejat, Capital Inicial e NX Zero, mais uma infinidade de bandas. Contra o cantor tradicional Roberto Carlos eu não tenho nada. Minha mãe gosta das músicas dele, assim como minhas tias e principalmente minha avó, mas em se tratando de escalar o Rei da música romântica em um evento cujo público quer barulho, cerveja, beijos, amassos, confusão, aventura, sexo sem compromisso, promiscuidade, palavrões, sujeira, luxúria e sensualidade, a pergunta é: "Vai Rolar?". A resposta é até óbvia demais! Não que Roberto Carlos seja ruim, afinal foi ele um dos grandes revolucionários da música, mas permitam-me dizer, foi de "outra era", de "outro mundo". De modo nenhum um adolescente na flor da idade e pronto para curtir e gozar a vida vai conseguir ouvir uma música com estilo tão lento e com uma letra tão filosófica e sentimental, primeiramente porque o único sentimento que impera na puberdade é o desejo sexual. Exatamente nesta fase em que os hormônios estão na flor da pele. De modo que já venho a criticar a escala do Rock In Rio 2015, críticas des/cons - trutivas invadem os espaços das redes sociais com comentários imponentes: "Respeita pelo menos"; "Tem gente que gosta, vamos respeitar?". Sim, são comentários que fazem qualquer um colocar a mão na consciência, mas esta imposição de respeito do mundo real e virtual anda meio contraditória. " É preciso respeitar isso, é preciso respeitar aquilo", mas, quando nós somos respeitados? É como aquela pessoa que pode ouvir, mas nunca falar. Ou seja, é esta nova tática anti-ética do respeito equivocado. 
E como tem gente se aproveitando disso! 
Podemos citar primeiramente a sociedade LGBT, a sociedade composta por gays, lésbicas e travestis e o sua irônica e imponente arma, a palavra "homofobia". Já faz um bom tempo que os homossexuais fazem-se de vítimas para ganhar espaço na sociedade, ou dominá-la. De modo realista, esses protestos que preencheram as ruas da Avenida Paulista de nada adiantaram para conseguirem alguma dignidade, pelo contrário, se condenaram ainda mais! Uma coisa que precisamos aprender é que não podemos mudar a cabeça das pessoas, nem mesmo suas crenças, seus dogmas, sua ideia política, nem mesmo sua conduta. Quem é gay, será gay, quem é lésbica, será lésbica, quem é carola, será carola, quem é homem, será homem e quem é mulher, será mulher. Nada disso pode ser mudado a menos que se faça uma lavagem cerebral. 
Todos os dias, pessoas heterossexuais são rebaixadas pelos homossexuais por não confraternizarem com eles. Não é bem essa a realidade! 
O ser humano é um animal social e é programado para interagir com qualquer outro ser humano, não apenas ser humano, mas tudo que tenha vida, ou seja, animais, plantas, aves, etc;  Assim como qualquer ser vivo deve ser respeitado, todo ser humano também deve ser respeitado, e isso vale pra todos, "todos mesmo". Não interessa a religião, não interessa a orientação sexual, interessa o respeito e nada mais, mas isso não quer dizer que eu deva adotar a filosofia de vida de quem eu respeito. Eu também tenho a minha filosofia de vida e também exijo respeito. 
Essa tal palavra "homofobia" está criando uma intimação contra as pessoas que não concordam com a ideologia dos LGBT's, as chamando de preconceituosas, maldosas e com ameaças de que serão condenadas por tamanha tolice. Não é bem a palavra "homofobia" que definiria o preconceito, mas sim a palavra "discriminação" que é bem diferente. O significado da palavra homofobia é: "não-simpatização com pessoas do mesmo sexo", ou seja, significa: "não sentir atração por uma pessoa do mesmo sexo". Somente isso e nada mais! Não sentir atração não quer dizer desprezá-la, apenas rejeitar um relacionamento íntimo, mas pode-se conversar, pode-se trocar ideias. Isso acontece de todas as formas. Homem para mulher, mulher para homem, mulher para mulher e homem para homem. Assim como existe a homofobia, existe também a heterofobia, que é não sentir atração por uma pessoa do sexo oposto, ou seja, ser homossexual. 
O que tem contribuído muito para a adversidade e desprezo contra a sociedade LGBT é que os homossexuais têm o hábito de assediar pessoas heterossexuais, e na rejeição constante, entram em desespero, pois a sociedade é hétero. Querer mudá-la foge dos parâmetros de qualquer natureza.   
Uma citação importante que distorce a palavra "respeito" é aquela febre do momento: "O Funk". 
O ritmo musical não tem limites! É som alto, letras obscenas, batidas repetitivas e sem ordenação, expressões de sexo e violência, e o pior de tudo, nunca se sabe quando você vai topar com um ritmo desgastante assim, pode ser a qualquer momento, em todas as horas. Simplesmente por quê o Funk não respeita ninguém! 
Os funkeiros exigem respeito da sociedade para com o seu gosto musical, mas eles respeitam o nosso? 
Sempre topamos nas ruas com carros de som altamente barulhentos e insuportáveis, as festas e bailes de Funk na maioria das vezes são feitas sem data prevista, pode ser até em noite de segunda-feira, e em bairros residenciais, atrapalhando as pessoas das grandes cidades de terem uma boa noite de sono para enfrentar o batente do dia seguinte. 
O incrível é saber que nestas festas funk sempre ocorre o que há de pior no mundo do crime. O tráfico de drogas é comercializado livremente em meio ao grande barulho! Só drogas? Queríamos que fosse? Também são comercializadas armas potentes do exército e até da polícia, e tudo seguramente no meio do barulho da música eletrônica. Onde acontece prostituição em massa e até mortes em uma briga entre gangues rivais ou bandidos contra policiais. O duro é saber que eles são realmente armados e nisso já deixaram claro de quem realmente manda no pedaço. 
No caso do show do Roberto Carlos no Rock In Rio, o problema tem uma solução até fácil. Quem não gosta do cantor, não precisa ir ao show, mas podemos ter certeza que quem vai não está muito afim de curtir a vida adoidado, está afim só de dormir, relaxar e comer bem. 
Colocar o show do Rei RC em um evento juvenil é até meio bizarro. É por isso que existem as tribos! 
Tribos de funkeiros, tribos de roqueiros, tribos LGBT, tribos dos sertanejos, tribos do reggae, tribos dos nerds e por aí vai. Seria mais pacífico se cada tribo ficasse na sua, mas como o mundo é sinônimo de poder e todos querem poder, o mundo não será tão cedo um espaço de paz. Se nações lutam por territórios, acha que tribos não irão lutar? Literalmente lamentável! 
Texto: Ramon Ribeiro dos Santos
Equipe: Bem Estar Ouro Fino

Você sabia? 

O aperto de mão em algumas culturas significa uma demonstração de confiança que ambas pessoas depositam uma na outra, ou seja, é através do aperto de mão que se mostra o ato de não se ter nada a esconder e também de não se ter nada a temer de quem se cumprimenta. É um ato de extrema paz e solidariedade. Muito comum nos Estados Unidos, Europa, Brasil e Ásia. 

Redação Bem Estar Ouro Fino

 

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