Editorial Jornal Folha de Ouro - Abril 2016

O Brasil hoje é um país de segundo mundo. Essa nova definição ao gigante da América do Sul se justifica pelo fato de estarmos passando por uma série de transformações que trazem à tona uma quantidade inacabada de conflitos políticos e sociais. Da forma mais clara e direta possível, podemos dizer que o Brasil está vivendo uma guerra civil entre aqueles que querem um Brasil Desenvolvido, ou seja, um país de primeiro mundo, como os Estados Unidos, Inglaterra e França, e entre aqueles que desejam o retrocesso da nação para que continuem em seus postos privilegiados de poder, sustentando-se da carência do povo para manter viva a corrupção e consequentemente seu autoritarismo sobre a vida das pessoas, principalmente sobre as mais necessitadas.

Diferente da Venezuela, Coreia de Norte e Rússia, países que já foram dominados pela autoricracia e pela marca do populismo no mundo, o Brasil é uma nação que permanece lutando firme para que não caia no mesmo poço destas mesmas nações citadas que perderam sua identidade, sua bandeira e sua democracia para um partido.

Hoje, o país está dividido entre aqueles que amam a nação e aqueles que amam apenas a si mesmos e que infelizmente se venderam por benefícios estatais para deixar de vestir a bandeira nacional para vestir uma cor vermelha. Uma cor que representa sangue, guerra, e na linguagem política, que é o símbolo do socialismo. Hoje a nação está dividida entre pessoas que defendem um maravilhoso país, cheio de história e cultura, e entre grupos que defendem duas personalidades que enchem o peito de moral para falar que tiraram milhares de pessoas da miséria, como se isso não fosse obrigatório e no mínimo essencial para qualquer governo competente. A questão é que ainda existe miséria no Brasil.

As pessoas de verde e amarelo gritam pela nação. As pessoas de vermelho gritam por figuras políticas, sem nem mesmo saber qual será o seu futuro, caso esse governo permaneça por mais longos anos no poder.

A diferença entre esses dois lados é óbvia! O verdes e amarelos conhecem a riqueza desta nação e seu imenso potencial para se tornar uma grande potência econômica. Os vermelhos (cor de sangue), são divididos em dois tipos: uma maioria que desconhece o próprio país e que passou a idolatrar um ídolo por lhe dar em troca de votos algumas migalhas de dignidade e inclusão e um outro tipinho por aí, que quer que o governo continue no poder para que seus amados benefícios não se acabem, e não é Bolsa Família nem Minha Casa Minha Vida.

Não é à toa que as nações desenvolvidas têm orgulho de levantar a bandeira nacional, já as nações atrasadas, só lhe resta a bandeira do poderoso chefão.

Portanto, um recado! Não vai ter golpe! Vai ter luta! Vai ter patriotismo! Vai ter justiça! 

 
Ramon Ribeiro dos Santos
Jornal Folha de Ouro - Edição 89 - Abril 2016

 

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